“Este é o NICOLAU, está em minha casa mas, precisa de arranjar família ou FAT…. não o posso ter comigo muito tempo, pois já tenho gatos…
É muito simpático, calmo, meigo e bem comportado, sempre a abanar a cauda.
Como podem ver é bastante pequeno mas já é um cão adulto.
Já fui com ele ao veterinário para ver se tinha chip e se precisava de algum cuidado em especial. Passaram o leitor e nao encontraram nada. Come e bebe bem e não aparenta ter problemas de saúde.Tenho pena de não ter condiçoes para ficar com ele.
Agradeço a atenção e espero que brevemente se consiga arranjar uma familia de acolhimento temporária ou definitiva.
Quem pode ajudar ????”
Quem estiver interessado, por favor contacte-nos (239 085 905; cvo@cvo.pt) ou deixe um comentário nesta mensagem.
Peço desculpa por mais uma vez repetir o contacto com alguns de vós, mas até à data o meu cão Labrador Retriever, que foi roubado a 13/12/2010, ainda não apareceu.
O n.º do Microchip é o 620098100316118 e LOP n.º 351898.
Como acredito que, mais tarde ou mais cedo, o animal seja levado a um médico veterinário e/ou clínica veterinária, desde já agradeço a todos que, mais uma vez, divulguem esta mensagem a todos os vossos colaboradores e/ou associados, bem como outros contactos que tenham nas vossas bases de dados.
Seria uma alegria enorme recuperar, o STING, pelo qual tinha a maior estima.
Para quem gosta de animais sabe o que eles representam para nós.
Sei que posso contar com a ajuda de todos vós.
Obrigado”
Quem tiver qualquer informação sobre este cão, por favor contacte-nos (239 085 905; cvo@cvo.pt) ou deixe um comentário nesta mensagem.
“Não deixe o seu animal passear sozinho no exterior!
Fora de casa, os animais ficam expostos a inúmeros e graves perigos, tais como atropelamento, doenças, maus-tratos, rapto ou envenenamento. Além disso, os animais podem desorientar-se ou seguir um potencial parceiro de acasalamento e não conseguir regressar a casa. Igualmente importante é não permitir que os gatos tenham acesso a telhados ou quintais adjacentes. As coisas correm sempre bem para quem deixa o seu animal sair sozinho até ao dia em que o animal é atropelado, é maltratado ou desaparece de vez.
Passeie o seu cão pela trela!
Quando sair com o seu cão para passear ou ir ao veterinário, leve-o sempre pela trela, segurando-a firmemente com a mão. Mesmo que o seu cão seja obediente, o instinto está sempre presente. Entre outros
imprevistos, o seu cão pode escapar em perseguição a outro animal ou fugir assustado por outro animal ou por algum ruído forte (como o motor de uma mota).
Transporte o seu gato dentro de uma transportadora!
Sempre que sair com o seu gato (para ir ao veterinário ou em viagem, por exemplo), leve-o dentro de uma transportadora apropriada. Nunca o transporte ao colo nem solto dentro de uma viatura. Ao sair do seu
ambiente, um gato facilmente se assusta com ruídos ou elementos estranhos, podendo fugir.
Não deixe o seu animal acessível a terceiros!
Muitos animais são raptados para serem explorados para procriação, venda ou lutas de cães. Nunca deixe o seu animal preso a um poste ou dentro do carro enquanto vai às compras. Se tiver um espaço exterior, evite deixar o seu animal sozinho nesse local enquanto não está ninguém em casa e muito menos durante a noite.”
Desapareceu, ontem por volta das 12h, no parque do Vale de Canas em Coimbra, um cão de muita estimação, que toma duas vezes ao dia, medicação para a epilepsia. Na falta destes tem ataques muito intensos e sequenciais.
O cão é um husky cruzado, de cor castanho ruivo com patas cremes e peito branco; um olho azul e outro castanho.
O nº do chip é 978000000635089 de 04/02/2008. É muito meio meigo para as pessoas, por isso é que terá desaparecido junto a um homem estranho.”
Quem tiver qualquer informação sobre este cão, por favor contacte-nos (239 085 905; cvo@cvo.pt) ou deixe um comentário nesta mensagem.
Boa tarde, encontrei um cachorro na rua, de aproximadamente 4 meses.
Eu não tenciono ficar com ele, portanto está comigo até eu lhe encontrar um dono!!!
O que vem a preocupar me é que as minhas amigas têm me falado que o cachorrinho, vindo da rua, podia ter contraído certas doenças, nomeadamente a raiva. Para vos ser sincera, nem sabia que essa doença estava ainda presente em Portugal. Após isso, fui me informar e fiquei realmente preocupada!!
O pequeno não apresenta nenhum sintoma, mas como o encontrei na rua, e num estado pouco desejável fiquei agora preocupada no assunto. Será que é possível realizar uma analise, ou um qualquer exame, para ver se o pequenote poderá contrair a doença?
E caso ele tiver contraido a raiva, quanto tempo demora até ao aparecimento dos sintomas??
Espero que me possam ajudar.
Sofia A. ________________
Sofia, a Raiva é uma doença que está praticamente erradicada em Portugal graças à vacinação anual obrigatória.
Contudo, como o cachorro tem mais de 3 meses, já pode ser vacinado e, como tal, não terá que se preocupar mais com isso. Quanto ao período de incubação (tempo que vai do contágio até aparecerem os primeiros sintomas), é variável. A forma mais certa é a avaliação do animal que o mordeu: se estiver infectado, em poucos dias isso é visível e será necessário tratar o animal mordido.
Mas como já lhe disse: a raiva actualmente não é um problema em Portugal.
Preocupamo-nos mais com a Leishmaniose que, além de mortal e incurável, é transmissível ao ser humano (zoonose) através da picada de “mosquitos” infectados…Imagem retirada daqui